Projeto desenvolvido pela bióloga Giovana Angelice, da Fiocruz, que participa do Programa Doutorado Sanduíche Nota 10 da FAPERJ, na Bélgica, investiga as bases para um tratamento inovador e definitivo para a hepatite B. Estudo avalia o mecanismo do RNA de interferência, capaz de bloquear a replicação do vírus dentro das células.
Dispositivo foi desenvolvido por cientistas do Instituto de Engenharia Nuclear (IEN). Impresso em 3D em material transparente, o microchip recebe gotas de saliva ou urina do animal e, em contato com o reagente específico para cada uma das doenças que se quer investigar, pode revelar em até 5 minutos qual a enfermidade do animal.
Pesquisa da PUC-Rio usa IA explicável para diminuir o risco de alergias no desenvolvimento de novos produtos que usam peptídeos nos cuidados com a pele. Sua utilização é vista como uma alternativa ao tratamento do rejuvenescimento facial tradicional, que utiliza retinol e ácidos, com mais chances de gerar reações alérgicas.
Em cerimônia no Palácio Guanabara, Fundação anunciou o lançamento do Programa de Fixação de Doutores (ProFix), em parceria com CNPq e Capes. Durante o evento, houve a entrega de outorgas aos pesquisadores contemplados no edital de apoio aos INCTs, nas edições 2022 e 2024.
Projeto financiado pela FAPERJ desde sua concepção, o Museu Virtual de Instrumentos Musicais, idealizado e desenvolvido pelo Ibict em parceria com a UFRJ, ganha visibilidade no exterior. Será apresentado em 4 países, a fim de estabelecer parcerias com instituições europeias, trocar conhecimentos e enriquecer seu acervo.
Com o tema “Saúde 5.0 – Conectando tecnologia e humanização”, congresso debate os desafios da Inteligência Artificial na Saúde. O oncologista Paulo Hoff ministrou aula magna e houve o anúncio da inauguração de duas novas alas no Hupe, na Oncologia e Nefrologia, que receberão equipamentos de ponta, adquiridos com apoio da FAPERJ.
O Museu Ciência e Vida, espaço da Fundação Cecierj localizado em Duque de Caxias, investe para tornar o local mais acessível a pessoas cegas e surdas. Com modelos táteis e recursos sonoros, o Museu, que acaba de completar 16 anos dedicados à divulgação científica, quer atrair esse público para as suas atividades.
Evento vai reunir, na Praia do Flamengo, nos dias 22 e 23 de agosto, pessoas com diferentes experiências e faixas etárias em torno do beach tennis. Objetivo é ampliar o acesso à modalidade e criar oportunidades para a produção de conhecimento científico. Iniciativa é do Instituto Ingrid Tardit de Saúde Integrativa, com apoio da FAPERJ.